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Melhor alimentação, melhor rendimento escolar

Comer bem dá-nos um corpo são, assim como uma mente sã. A consequência é, de que as crianças bem nutridas têm mais facilidade de aprendizagem na escola e melhor rendimento escolar

É uma evidência: o cérebro tem necessidade de combustível para funcionar. As crianças que comem cereais e leite, ou pão com manteiga e geleia, ou que saltam o pequeno almoço, têm mais problemas na escola, do que aqueles, que se alimentam com fruta, legumes, fibras, proteínas, ferro, cálcio, vitamina C e sobretudo... Ómega-3.

Ómega-3 para o cérebro

Cerca de 8% do peso do cérebro é composta por ácidos gordos Ómega-3.

Os Ómega-3 acumulam-se no cérebro durante o desenvolvimento fetal no útero. A quantidade de DHA (ácido docosa-hexaenoico, um tipo de Ómega-3), tem sido intimamente associado com a inteligência e ao desempenho cognitivo na infância. A falta de Ómega-3 no cérebro é associada com a maturação tardia do cérebro e problemas neuro-cognitivos: falta de atenção, risco elevado de déficit de atenção com ou sem hiperatividade (TDA/H).

Num grande estudo publicado na prestigiosa revista médica The Lancet, os cientistas que analisaram as dietas de 12.000 mulheres grávidas, descobriram que, as crianças que comiam a menor quantidade de Ómega-3, tinham uma probabilidade de 48% de risco, de se encontrarem entre um quarto inferior da população, em termos de quociente de inteligência (QI).
Para as pessoas que não acreditam no QI, ou que não lhe querem dar importância, os Ómega-3 não só os tornam mais inteligentes: tornam-os também mais felizes.
Têm propriedades antidepressivas e neuroprotectoras (que protegem os neurónios). Num estudo recente, os idosos que consumiam mais Ómega-3 tinham uma maior quantidade de massa cinzenta e vimos o desenvolvimento da parte do cérebro associada ao sentimento da "felicidade".
Quando o cérebro envelhece ou está doente, o teor de Ómega-3, das membranas das células do cérebro diminui, e diminui a memória. Menos de DHA e EPA (ácido eicosapentaenóico um outro tipo de Ómega-3) no cérebro, é também um risco elevado de sofrer de ansiedade, de depressão, de esquizofrenia, e de demência.

A vitamina B9 para melhorar as notas

Mas, existe uma outra substância essencial para os estudantes: A vitamina B9, ou ácido fólico.

De acordo com pesquisadores da Universidade de Örebro, na Suécia, os adolescentes que consomem o mínimo de ácido fólico, são aqueles que têm mais dificuldades na escola. E isto é verdade independentemente da classe sócio-económica a que pertencem.
A vitamina B9, não é sintetizado pelo organismo, o que significa que nós não sabemos fabricá-la. Entre os alimentos ricos nesta vitamina, a levedura tem uma taxa alta, com 200 microgramas por cada 100g, pode consumir na forma de levedura de cerveja, ou polvilhar sobre saladas.
Também encontrará uma grande quantidade de vitamina B9 em saladas e legumes (espinafre, couve, azedas ...), sementes oleaginosas, como nozes, amêndoas, castanha de caju, pistache e vegetais verdes, como as pequenas ervilhas, e feijão verde, o abacate, a gema de ovo, o camembert, o queijo azul, o Roquefort, e frutos de alaranjados (alperces, melão, manga).

Atenção. A vitamina B9 é relativamente frágil. Não coza durante muito tempo, os alimentos que a contêm.

Frutas e legumes, é claro!

Uma equipa de pesquisadores canadianos demonstrou, que as crianças que têm uma boa alimentação, e comem muitas frutas e legumes, têm melhor desempenho em testes cognitivos.
Eles acompanharam 5.000 crianças de 10 anos, avaliaram a qualidade da alimentação, em especial o consumo de frutas, legumes, cereais, fibras, proteínas, ferro, cálcio e vitamina C, e constataram que aqueles que comem mais frutas e legumes têm melhor desempenho académico.

O que comem os meus filhos ao pequeno-almoço

Como preparar um pequeno-almoço rico em frutas, legumes, Ómega-3 e ácido fólico, sem assustar as crianças?

Temos de ir devagar, especialmente se eles estão acostumados desde cedo a encher o estômago de Chocopics ou outros, muito mais fáceis de preparar e engolir.

Mas o paladar educa-se. Em casa, temos misturas de ingredientes, cada vez em maior número e variedade na mesa do pequeno-almoço. As crianças acostumaram-se: hoje, eles comem principalmente "coisas novas", mesmo que as "antigas" não sejam proibidas. Quando se vive no País da brioche, croissant, baguette embebidos em café com leite, é difícil perder estes hábitos para sempre, principalmente se não há nenhuma razão médica, ou intolerância alimentar aguda (também pudemos fazer uma comparação idêntica em Portugal).
Entre os ingredientes "antigos", classificamos tudo o que é rico em sacarose, frutose e em amido: pão branco e bolos, geléias, açúcar branco, cereais torrados ou estufados, biscoitos, bolos e leite.

Entre os ingredientes "novos", há rabanetes (rosa ou preto), abacate, tomate cereja, ovos (especialmente com casca, levemente cozidos), peixes fumados, nozes, amêndoas, frutos secos, frutas maduras da estação, e carnes frias moderadamente.
Como nós preferimos evitar os produtos lácteos, às vezes pomos iogurtes e queijo em cima da mesa, mas não de uma forma sistemática, e evitamos de tentar os nossos filhos com iogurtes de frutas com embalagem multicolorida.

Regularmente, preparo um grande Bircher Muesli, a maneira suíça: é uma mistura de cereais integrais, nozes, sementes, leite de soja com mel e frutas frescas. As crianças gostam muito, e não têm nenhum problema em deixar de parte os cereais da Kellogg's, se tiverem de escolher entre os dois.

Como bebida, eles não bebem Nesquik nem sumos de fruta, mas chá ou Ricoré feito com água, com um pouco de açúcar ( foi-nos difícil convencê-los a não adoçar todas as suas bebidas: no entanto eles não correm risco de obesidade).
Temos na mesa cápsulas Ómega-3 (óleo de salmão) e cada um toma dois de manhã (800mg de DHA, 600mg de EPA), e um complexo de vitaminas B, e, de Outubro a Abril, quatro gotas de vitamina D (1200 UI).

Finalmente, há os restantes alimentos que são permitidos: manteiga, pão alemão ou de cereais integrais e escuros, como o centeio, mel.

Refeições secundárias, o pequeno-almoço tornou-se praticamente a principal refeição da família Dupuis, contribuindo fortemente para o convívio em casa. Estamos todos em volta da mesa, pelo menos 30 minutos, 07h15-07h45, e muitas vezes mais. Percebemos que nossos filhos comem menos noutras refeições, e quase deixaram de ser tentados por doces e barras de chocolate no recreio da escola. Eles queixam-se menos de se entediar na escola, e as suas notas estão melhores.

Viver num ambiente saudável

Finalmente, nenhuma forma de vida seria perfeitamente adequada às necessidades das crianças se esquecermos de mencionar o ar ao seu redor. Existem a asma, as alergias, os problemas respiratórios, é claro, mas a poluição também afecta o QI das crianças, de acordo com um estudo publicado no EUA na revista Pediatrics.

Pesquisadores que acompanharam mulheres grávidas, e mediram o nível de poluição em torno delas, aperceberam-se então, que as crianças cujas mães foram mais expostos durante a gravidez, estavam com pontuações em médias mais baixas nos testes de QI.
Crianças mais expostas tiveram uma média de cinco pontos a menos do que as crianças cujas mães tinham sofrido níveis menos importante de poluição. Diferença suficiente para influenciar os resultados educacionais, dizem os autores.

Se poder, tente alimentar bem os seus filhos e viva em comunhão com o verde. Dessa forma irá salvá-los de muitos problemas, quando forem adolescentes e adultos.

As nossas sugestões dos suplementos mencionados neste texto, são os seguintes:

Texto original: Jean-Marc Dupuis
Tradução e adaptação: Eugénia Gomes